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quarta-feira, 21 de abril, 2021

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MÉDICOS E ENFERMEIROS DA ATENÇÃO BÁSICA PARTICIPAM DE CURSO SOBRE MANEJO CLÍNICO DA TUBERCULOSE

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Médicos e enfermeiros da Rede Pública de Saúde de Campo Grande estão passando uma capacitação sobre o manejo clínico da tuberculose, doença infecto-contagiosa que afeta principalmente os pulmões. O curso organizado pelo Programa Municipal de Tuberculose da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) iniciou nesta quarta-feira (05) e reúne cerca de 33 médicos da atenção básica no auditório da UPA Coronel Antonino.

A palestra da médica Ângela Maria Dias Queiroz, do Centro de Especialidades Médicas (CEM), traz conceitos didáticos sobre a doença e reforça que a tuberculose continua sendo uma doença de importância para a atenção básica e a saúde pública.

A forma de transmissão e os sintomas mais frequentes, além do detalhamento de como deve ser feita a coleta do escarro para exame e conceitos sobre diagnóstico também estão entre os temas abordados.

De acordo com a gerente técnica do Programa de Tubeculose e Hanseniase da SESAU, Enfermeira Vanessa Aquino, o curso segue até amanhã, quinta-feira (06), direcionado aos enfermeiros.

O que é a Tuberculose?

A tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK) que afeta principalmente os pulmões, mas, também pode ocorrer em outros órgãos do corpo.

Sinais e Sintomas: tosse por duas ou mais semanas, com ou sem catarro, cansaço, emagrecimento, febre (vespertina) e suor noturno. É importante que ao perceber alguns destes sinais e sintomas, o paciente procure o serviço de saúde mais próximo de sua casa para coleta do exame de escarro, que pode ser feita no momento da consulta.

Transmissão: é transmitida de pessoa para pessoa. Ao espirrar ou tossir, o doente sem tratamento expele as bactérias nas pequenas gotas de saliva que podem ser aspiradas por outra pessoa, contaminando-a.

Diagnóstico: baseado na busca ativa de casos de pessoas com tosse há mais de 15 dias, sendo ofertado avaliação clínica, exame de escarro e raio x nas unidades de saúde.

Tratamento: é ofertado integralmente pelo SUS em todas as Unidades de Saúde, tendo a duração de seis a nove meses, devendo o paciente ser acompanhado continuamente até a cura com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão e evitar possíveis adoecimentos. Vale lembrar que após iniciado o tratamento, as pessoas podem levar uma vida normal no trabalho, na família e na sociedade.