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quarta-feira, 2 de dezembro, 2020

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MICRORREVESTIMENTO AUMENTA VIDA ÚTIL DE PAVIMENTO E DÁ NOVA CARA A RUAS DO AERO RANCHO

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A Prefeitura de Campo Grande está executando os primeiros trechos do microrrevestimento, novidade lançada neste ano. Na licitação, além do trabalho do tapa-buraco, a Prefeitura incluiu a necessidade do microrrevestimento, trabalho de prevenção, que garantirá maior durabilidade ao pavimento da Capital.

A Prefeitura está com frentes de microrrevestimento no Conjunto Aero Rancho, onde está programada a manutenção do pavimento de trechos das ruas Arquiteto Vila Novas Artigas, Ezequiel Ferreira Lima e Jornalista Valdir Lago, numa extensão de 3,5 quilômetros no entorno do Parque Ayrton Senna.

Na região urbana do Prosa, depois de concluído o trabalho na Rua Marcinio dos Santos, está programada a recuperação do trecho de 1,7 km da Rua Vitório Zeolla, entre a rotatória da Avenida Teodorowich e a Rua Mellissa.

Na última sexta-feira (24) o serviço foi executado na Rua Jornalista Valdir Lago numa extensão de 750 metros entre as avenidas Ezequiel Ferreira Lima e Arquiteto Vila Nova Artigas. No final de semana, o trabalho chegou na Avenida Ezequiel Ferreira Lima, 1,7 km entre a Avenida vereador Thyrson de Almeida e a Rua da Divisão. Falta ainda fazer 1,1 km na Avenida Arquiteto Vila Nova Artigas, entre a Avenida Gunter Hans e Avenida Presidente Tancredo Neves.

Segundo o gerente da Divisão de Manutenção de Vias Urbanas da Sisep, Edvaldo Aquino, caso não chuva, neste sábado domingo  será concluído o microrresvestimento na Rua Marcinio dos Santos (onde domingo passado foi feito um trecho) e encerrado o trabalho na Jornalista Valdir Lago.

Antes e depois do microrrevestimento no Aero Rancho

Antes e depois do microrrevestimento no Aero Rancho

São necessárias pelo menos 48 horas de tempo seco para que o trabalho possa ser feito e optou-se pelos finais  de semana para não atrapalhar o trânsito, nem comprometer o movimento comercial. Como é preciso interditar a pista por  4 horas (para que o micro possa secar), o serviço é feito em duas etapas, mantendo sempre duas pistas liberadas.

Em toda a cidade os engenheiros da Sisep levantaram  112 quilômetros de vias onde o asfalto está em condições de receber o microrrevestimento. Será feito um esforço para execução nos próximos seis meses  desta manutenção em  85,53 km de vias.  O material prolonga o tempo de vida útil do asfalto, evita o surgimento de buracos, sobretudo depois de chuvas.

“O serviço não pode ser confundido com o tapa-buraco e com o recapeamento. É uma manutenção preventiva, que vai garantir mais quatro a cinco anos de vida útil ao pavimento. Não pode ser aplicado em ruas onde o asfalto já está comprometido porque foi feito há décadas”, explica  o secretário Rudi Fiorese, titular da Sisep.  Nestas situações, a única  alternativa é o recapeamento, que tem um custo médio de R$ 500 mil por quilômetro.

Os trechos que receberão microrrevestimento nesta primeira etapa contemplam vias estratégicas para o sistema viário, como  a Rio Grande do Sul, Eduardo Santos Pereira, Amazonas, dentre outras da região urbana do centro; a Avenida Capibaribe, região do Imbirussu, ligação da Avenida Júlio Castilho com o Aeroporto Internacional.