Campo Grande, MS
quinta-feira, 24 de junho, 2021

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SEMANA NACIONAL DE COMBATE AO AEDES TEM AÇÕES EDUCATIVAS E MOBILIZAÇÃO NA CAPITAL

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A Semana Nacional de Combate ao Aedes aegypti, que ocorre de hoje (26) até sexta-feira (30), será marcada por diversas ações educativas e mobilizações, com foco para a prevenção às principais doenças causadas pelo mosquito: dengue, zika e chikungunya.

Conforme o último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRaa), divulgado na semana pela Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (SESAU), 27 bairros estão com alto índice de infestação do mosquito.

Para o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, o momento exige união de esforços de toda a sociedade para evitar que a cidade sofra novas epidemias das doenças relacionadas ao aedes.

“Estamos conclamando toda a sociedade a se unir nessa batalha. O período de instabilidade climática, com muita chuva e calor, se torna propicio para a proliferação do mosquito e, por isso, é preciso que todos nós estejamos vigilante. Essa semana vamos reforçar nossas ações e também conclamar a todos para se mobilizarem contra o aedes. Só assim vamos vencer essa batalha”, disse.

Durante toda semana, as equipes do CCEV e as unidades básicas de saúde terão ações alusivas ao tema.

Amanhã (27), ocorrem atividades simultâneas durante a manhã na UBFS Jardim Batistão, na Escola Municipal Ione Catarina realizada pela UBSF Jardim Noroestes, na comunidade Bom Retiro pela equipe de Educação em Saúde do CCEV em conjunto com a UBSF Vila Cox e na Escola Estadual José Maria Hugo Rodrigues. Orientação, teatro de fantoche e “stand – vida do Aedes aegypti”.

Na quarta e quinta feita as equipes do CCEV realizam blitz pelas ruas dos bairros de Campo Grande e ações educativas, paralelamente as atividades das unidades de saúde.

O Dia D será realizado na sexta-feira, dia 30, na Escola municipal Elpídio Reis, na Mata do Jacinto, com uma grande mobilização.

Levantamento

27 áreas estão em estado de risco, 34 em alerta e apenas oito aparecem com índices satisfatórios, ou seja, menores que 1% de infestação. No último LiRaa, apenas a área Centro 473/ Bairro Amambaí apresentou índice superior a 3,9%, que é considerado de risco. Neste ano, o LiRaa passou a ser estratificado por unidade de saúde/áreas e não mais por bairro.

Conforme o LiRaa, a área mais crítica é da UBSF Paradiso que abrange os bairros Monte Castelo, Seminário e Vila Nossa Senhora das Graças, com Índice de Infestação Predial (IPP) de 9%. Em maio, o IPP da área era menor que 2%, o que representa um aumento de mais de 6%.

As áreas das UBSFs Jardim Azaleia e Alves Pereira apresentam índice de 8.1%, seguidas da UBS Mata do Jacinto e UBSF Vila Fernanda, com 6.7%, UBSs Universitário e Caiçara com 6.6%.

Dados epidemiológicos.

De janeiro a novembro deste ano foram registrados 979 casos confirmados de Dengue no município de Campo Grande, seis de Zika e 61 de Chikungunya.

No mesmo período do ano passado foram 688 casos de Dengue confirmados, 2 de Zika e 39 de Chikungunya.