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terça-feira, 28 de setembro, 2021

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SALA DE ALTAS HABILIDADES CONCLUI ANO COM AMPLIAÇÃO NO NÚMERO DE ATENDIMENTOS

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Exposição de telas, entrega de medalhas e apresentações culturais marcaram a culminância das atividades desenvolvidas com os alunos que frequentam a sala de Enriquecimento Curricular, Altas Habilidades e Super Dotação da Rede Municipal de Ensino (Reme), que funciona na escola Alcídio Pimentel e que este ano contemplou 44 alunos de diversas escolas da Rede.

O evento aconteceu na manhã desta quarta-feira (21) no Centro de Formação da Secretaria Municipal de Educação (Semed). O superintendente de Políticas da Educação da Reme, Waldir Leonel falou sobre a importância de investir na Sala de Altas Habilidades. “Temos um olhar para essas crianças no sentido de resgatar e conhecer melhor essas habilidades para que ela não seja taxada como indisciplinada. Temos muitas crianças que poderão oferecer um futuro melhor ao nosso país”, ressaltou.

A chefe da Divisão de Educação Especial da Reme, Lizabete Coutinho de Lucca, destacou a parceria com os pais e falou sobre a excelência do trabalho realizado junto aos alunos. “Sem a ajuda da família não poderíamos realizar um trabalho tão produtivo e de qualidade com os alunos, que se empenharam e mostrar um trabalho de excelência ao final de cada projeto desenvolvido nas oficinas”, destacou.

Lizabete também fez um balanço positivo dos trabalhos, lembrando que até 2016 havia apenas sete alunos na Sala de Altas Habilidades e hoje a Reme atende mais de 40 crianças. Para ampliar esse atendimento, ela disse que, no próximo ano letivo, durante as formações continuadas, haverá capacitação específica para os professores identificarem, em sala de aula, os alunos com altas habilidades. “A ideia é adequar as atividades para eles e valorizar esses talentos, dando o apoio que merecem”, pontuou.

Premiações

Durante o encerramento das atividades, também foram entregues medalhas aos alunos que se destacaram na Olímpiada Brasileira de Robótica. Vídeos com depoimentos dos pais e das oficinas realizadas na sala foram exibidos, fazendo um resumo das ações praticadas durante o ano letivo.

Entre as atividades, foram realizados os campeonatos de aerobarcos e de foguetes, onde os alunos pesquisaram e construíram sozinhos ou com o auxílio dos pais, os projetos. As oficinas têm a coordenação da professora Cléia Assis Yto.

A proposta das nove oficinas, que abrangem desde as artes plásticas, música e robótica, é estimular a inteligência criativa e a capacidade de solucionar problemas, além de estimular a concentração dos alunos.

O aluno Guilherme do Nascimento, 11 anos conta que gostou de participar da Oficina de Música, já que sempre teve interesse por flauta e instrumentos de sopro. “Em poucos meses aprendi muita coisa. Gosto de músicas como ‘Asa Branca’”, disse Guilherme, que também gostou das atividades feitas nas oficinas que estimularam a lógica e o raciocínio.

Já o aluno Mateus de Cesário, 11 anos, levou o projeto de aerobarco, utilizado no campeonato deste ano para mostrar ao público e revela que, com o estímulo recebido na Oficina de Robótica, já está trabalhando na construção de um robô com peças de brinquedos e até de eletrodomésticos. “Minha mãe não gosta muito porque eu desmonto os objetos, mas meu pai me aconselha a fazer o que eu gosto”, afirmou o futuro aluno de Engenharia Mecatrônica.